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Nutritional Considerations in Triathlon

Triathlon combines three disciplines (swimming, cycling and running) and competitions last between 1 hour 50 minutes (Olympic distance) and 14 hours (Ironman distance). Independent of the distance, dehydration and carbohydrate (CHO) depletion are the most likely causes of fatigue in triathlon, whereas gastrointestinal (GI) problems, hyperthermia and hyponatraemia are potentially health threatening, especially in longer events. Although glycogen supercompen- sation may be beneficial for triathlon performance (even Olympic distance), this does not necessarily have to be achieved by the traditional supercompensation protocol. More recently, studies have revealed ways to increase muscle glycogen concentrations to very high levels with minimal modifications in diet and training.
During competition, cycling provides the best opportunity to ingest fluids. The optimum CHO concentration seems to be in the range of 5–8% and triathletes should aim to achieve a CHO intake of 60–70 g/hour. Triathletes should attempt to limit body mass losses to 1% of body mass. In all cases, a drink should contain sodium (30–50 mmol/L) for optimal absorption and prevention of hyponatraemia. Post-exercise rehydration is best achieved by consuming beverages that have a high sodium content (>60 mmol/L) in a volume equivalent to 150% of body mass loss. GI problems occur frequently, especially in long-distance triathlon. Prob- lems seem related to the intake of highly concentrated carbohydrate solutions, or hyperosmotic drinks, and the intake of fibre, fat and protein. Endotoxaemia has been suggested as an explanation for some of the GI problems, but this has not been confirmed by recent research. Although mild endotoxaemia may occur after an Ironman-distance triathlon, this does not seem to be related to the incidence of GI problems. Hyponatraemia has occasionally been reported, especially among slow competitors in triathlons and probably arises due to loss of sodium in sweat coupled with very high intakes (8–10L) of water or other low-sodium drinks.

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Avaliação do consumo de nutrientes antioxidantes por mulheres fisicamente ativas

Atualmente, sabe-se que a ação dos radicais livres pode resultar em dano tecidual ou na produção de compostos tóxicos ou danosos aos tecidos, processo o qual é denominado de estresse oxidativo. Dada a importância da ingestão de antioxidantes na dieta humana, este estudo propõe-se a avaliar o consumo destes nutrientes em mulheres que praticam atividades físicas de forma regular, em uma assessoria esportiva brasileira. Foram entrevistadas 33 mulheres fisicamente ativas na cidade de São Paulo. Para a avaliação do consumo de nutrientes antioxidantes, foi desenvolvido um questionário de freqüência alimentar contendo os principais alimentos fontes de vitamina C, A, E, betacaroteno, zinco e selênio. Para análise do consumo de nutrientes antioxidantes, foi realizado o método qualitativo para avaliação dietética. A partir da mensuração do consumo de nutrientes nos questionários de freqüência alimentar, os dados obtidos foram comparados aos valores propostos pelas Dietary Reference Intakes ( 2000). Do ponto de vista antropométrico, a maioria (86%) das mulheres apresentara-se eutrófica. Observou-se que um alto percentual de mulheres enquadrava- se num consumo abaixo do recomendado de antioxidantes (52% em relação ao consumo de Vitamina C; 57% em relação ao consumo de Vitamina E; 52% em relação ao consumo de Vitamina A; 52% em relação ao consumo de zinco; e 24% em relação ao consumo de selênio). O selênio foi o nutriente analisado que apresentou maior percentual de consumo adequado (76%). Em função da importância destes nutrientes na saúde humana, na prevenção do estresse oxidativo e processo inflamatório desencadeados pelo exercício, estes resultados mostram que maiores esforços por parte da equipe de nutrição devem ser realizados para adequar o consumo de micronutrientes antioxidantes. Em adição, mais pesquisas serão (?) necessárias para se avaliar o consumo destes nutrientes em outras populações fisicamente ativas e as estratégias nutricionais capazes de melhorar tal consumo.

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Metabolismo energético em atletas de endurance é diferente entre os sexos

Atletas de endurance têm suas necessidades energéticas aumentadas devido ao seu alto gasto energético durante o exercício. Contudo, ainda não estão claros quais são as diferenças do metabolismo energético entre os sexos e se essas diferenças vão implicar em mudanças em suas dietas. Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi reunir informações da literatura sobre as diferenças entre os sexos em relação ao metabolismo energético em atletas de endurance. Alguns estudos demonstram que, durante exercício de longa duração, as mulheres utilizam como fonte de energia maior quantidade de lipídeos e menor de carboidratos e proteínas, quando comparadas aos homens. Já outros autores não encontraram diferença entre os sexos na proporção dos substratos metabolizados, mas sim nos tipos de lipídeos utilizados. Essa diferença na utilização de substratos vem sendo relacionada a distintas concentrações de alguns hormônios entre homens e mulheres, como: 17β-estradiol, progesterona, testosterona, epinefrina, norepinefrina, hormônio de crescimento, insulina e glucagon. Também foi observado que os atletas aumentam seus estoques de glicogênio quando consomem dieta com sobrecarga glicídica, enquanto que as atletas apenas têm seus estoques de glicogênio aumentados quando ingerem dieta com sobrecarga glicídica e hiperenergética. Esse achado é bastante relevante, pois a concentração de glicogênio está diretamente ligada ao rendimento do atleta durante o exercício de endurance. Portanto, a literatura sugere que há diferenças entre os sexos quanto à utilização de substratos em atletas. Porém, novos estudos são necessários para melhor esclarecimento do metabolismo energético dos atletas de endurance possibilitando, assim, a adequação de suas recomendações nutricionais.

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